o início em 1932

Em plena Revolução Constitucionalista de 1932, o jovem José Gazola (1902-1972) vislumbra na necessidade do governo provisório de Getúlio Vargas de reforçar sua guarda a chance de dar início à produção de material bélico na Serra Gaúcha.

Após contatar a chefia militar da capital gaúcha, Gazola prontifica-se a tentar o fabrico do item procurado pelo governo: a primeira granada de fuzil, tipo V.B. (Viven-Bessières), desenhada pelos órgãos técnicos do antigo Arsenal de Guerra de Porto Alegre. Em fins de julho de 1932, o empresário adquire maquinário suficiente e instala a firma “José Gazola e Cia.”, da qual faziam parte seus irmãos Antônio e Sylvio.

 

Aberta a fábrica e cerca de um mês após o recebimento do desenho, Gazola apresenta os primeiros exemplares do novo artefato bélico, até então inédito no Brasil. Com êxito em todas as provas e experiências feitas na linha de tiro da Brigada Militar do RS, o empresário assina o pioneiro contrato de material bélico com o Governo Federal, para fornecimento às forças armadas brasileiras.

Ato cívico durante as comemorações da Semana da Pátria, em frente à Gazola Travi & Cia, na Av. Júlio de Castilhos. Participaram o fundador José Gazola, o jurista Ary Zatti Oliva, o prefeito Dante Marcucci e José Ariodante Mattana. Data: 7/09/1938. Autoria: Studio Geremia. Imagem gentilmente cedida pelo Arquivo Histórico Municipal João Spadari Adami

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