Memorial Gazola recorda de Santa Bárbara, a protetora contra raios e explosões

Neste 4 de dezembro, Dia de Santa Bárbara, o Memorial Gazola recorda de um episódio que marcou a história da Indústria Metalúrgica Gazola e nos acompanha desde 22 de julho de 1943. Foi quando ocorreu a trágica explosão na antiga fábrica de munições da BR-116, deixando um saldo de seis operárias mortas e 15 feridos.

Conforme o depoimento do senhor Remy Gazzola, contido no documentário "Aos Olhos de Santa Bárbara"(confira na capa do site), a parede onde estava pendurada a estampa de Santa Bárbara foi a única que não desabou com o estrondo. Protetora contra raios, tempestades, perigos de explosões e contra a morte repentina, a gravura de Santa Bárbara ficou praticamente intacta, com apenas um trincado no vidro.

Passados 74 anos, duas imagens em gesso da santa guiam e protegem os trabalhos do Memorial Gazola: uma confeccionada pela artista plástica e restauradora Luciana Machado, outra moldada no antigo Atelier Zambelli, adquirida com o frei Celso Bordignon e doada ao Memorial pelo jornalista Rodrigo Lopes, voluntário do Memorial.

Na Umbanda, Santa Bárbara é representada por Iansã. Ela é uma guerreira poderosa. É a deusa da espada e do fogo, senhora dos ventos, tempestades, trovões, raios, ciclones, furacões, vendavais e também dos espíritos desencarnados.

No último dia 22 de julho, uma solenidade recordou o episódio que enlutou a cidade em 1943. Em 2018, o acidente completa exatos 75 anos.

© 2017 por Memorial Gazola

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